Um pai doente. Um filho negligenciado. Relações labirínticas. Personagens mutiladas. Testes de realidade virtual. O pedido: “Filho, quero te pedir uma coisa, Juno, eu preciso que você…” .
Um segredo?
Nessa trama intrigante, Juno precisa saber se é autor, ou não, da morte do pai. Para isso, tem que vasculhar marcas e vestígios deixados no corpo, agora morto, e também no corpus literário que mistura tecnologia, ancestralidade, acontecimentos em looping e experimentos em jogos virtuais, embaralhando realidade e ficção nesse território poroso que é a literatura, mas também a vida.
R$68.00

Eduardo Guimarães
é escritor, editor da Fábrica de cânones e autor dos romances “Voo para onde vão as araras” (Quelônio, 2017), e “Só não atirei porque era meu pai” (Fábrica de cânones, 2024). Ministra oficinas de escrita criativa, criou o curso “Entre vodus e ciborgues: a escrita como corpo e potência” e desenvolve projetos artísticos e culturais. Pesquisa relações entre livro, escrita, processos ritualísticos e corpo. Dedica-se à Leitura Afetiva, método de acompanhamento de autores no processo editorial, e à mentoria para escritores e instituições.
| Gênero | Ficção |
|---|---|
| Ano de lançamento | 2024 |
| ISBN | 978-65-85148-13-9 |
| Páginas | 352 |
| Formato | 14 × 21 × 1 cm |
R$60.00
R$48.00